Nos últimos anos, o grande aumento do uso de telefones celulares, computadores, filmadoras, máquinas fotográfica, aparelhos de som e outros aparelhos eletrônicos portáteis, provocou um crescimento extraordinário do uso de pilhas e baterias. Muitas dessas pilhas e baterias contêm metais pesados, como mercúrio, níquel, cádmio etc., e seus compostos. Essas substâncias são altamente tóxicas e de efeito cumulativo no organismo.
Dependendo da concentração, podem causar, em longo prazo, doenças no sistema nervoso, nos rins, nos osso e até proporcionar o desenvolvimento de um câncer. O perigo surge quando essas pilhas e baterias são descartadas de maneira inadequada e vão parar nos lixões comuns.
Com o tempo, as pilhas e baterias descartadas deixam vazar líquidos que contaminam o solo, bem como as águas subterrâneas, podendo chegar ao rio e lagos. Algumas soluções para evitar o descarte inadequado de pilhas e baterias são reciclá-las e criar lixões próprios para resíduos químicos perigosos. É necessário também orientar o consumidor para devolver a pilha ou bateria usada sempre que comprar uma nova.
Como sugestão para encaminhamento desses materiais, indico os coletores do Papa-pillhas existentes nas agências do Banco Real (www.bancoreal.com.br) e o projeto Participe & Recicle da Recarga Verde, o qual oferece uma solução inteligente e integrada para o processo de coleta de pilhas, baterias e outros resíduos tecnológicos (www.recargaverde.com.br).
ref bibliográfica: Livro Química / Tecnologia / Sociedade – Autor: Ricardo Feltre – 4ª Edição - SP/05 – Ed. Moderna
| < Anterior | Próximo > |
|---|






